ASSÉDIO ELEITORAL: QUANDO A PRESSÃO ULTRAPASSA O LIMITE
Você pode ter uma opinião política.
Seu líder também.
Seu colega também.
Mas o ambiente de trabalho não pode se transformar em um lugar onde alguém precisa escolher entre votar livremente ou ter medo das consequências.
Ameaçar demissão.
Prometer benefícios.
Constranger funcionários.
Exigir participação em atos políticos.
Pressionar alguém para declarar em quem vai votar.
Usar a posição de liderança para influenciar a escolha eleitoral.
Essas são situações que podem caracterizar assédio eleitoral.
Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral reforçou que propaganda eleitoral e condutas que caracterizem assédio eleitoral são proibidas no ambiente de trabalho, público ou privado. TSE, TST, MPT e Ministério Público Eleitoral também estabeleceram uma cooperação específica para prevenção e enfrentamento dessas práticas.
E existe uma questão que vai além da legislação:
SEGURANÇA MENTAL.
Uma equipe mentalmente segura não precisa pensar igual para trabalhar em conjunto.
Liderar não é controlar a consciência das pessoas.
Liderar é criar um ambiente onde diferentes pessoas possam trabalhar com respeito, dignidade e liberdade.
O voto pertence ao eleitor.
A consciência pertence à pessoa.
E o trabalho não deve ser usado para controlar nenhum dos dois.
DDSM — A segurança começa na mente.
Sou Patrick Lima, especialista em comportamento humano e criador do DDSM.
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